sábado, 30 de outubro de 2021

Suburbano Convicto, se duvidar é só fazer o DNA

ESSA É A MINHA VIDA.
Por: Alessandro Buzo

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INFÂNCIA: Sou nascido e criado no Itaim Paulista, extremo leste de São Paulo, morei a infância no Jardim Olga, travessa da Estrada Dom João Nery, na Rua 5, esgoto a céu aberto, mas era da hora.
Meu pai era metalúrgico e a gente (pai, mãe, EU e meu irmão Alvaro) éramos pobre, mas por meu pai ter um bom emprego, nós vivíamos de boa.
Meu pai cometeu alguns erros, moramos 2 anos no interior e quando voltamos, fomos pagar aluguel na casa que um dia foi nossa.
Depois minha mãe conseguiu uma casa no CDHU do encosta norte no Itaim, já não tinha mais meu pai que foi embora e era só ela, eu e meu irmão, comecei a trabalhar pra ajudar com 13 anos de idade, de office boy no centro de São Paulo.
CONTABILIDADE: Entre idas e vindas, trabalhei uns 10 anos numa contabilidade na Sê, fui de Office boy à Aux. de escritório, depois departamento pessoal, mas cometi alguns erros, desviei uns dinheiros de imposto de alguns clientes, meu patrão descobriu e deu a letra, ou chamava a polícia, ou eu ganharia 50% do salário e os outros 50% eu pagava o que tinha pego, fiquei uns 6 meses nessa, até descobrir que ele descontava, mas não estava pagando nada. Disse que ia sair andando e ele poderia chamar a polícia, o que ele não fez, eu sabia vários podre dele. Foi trabalhando na Sê, que aos 16, 17 anos, eu que nunca tinha fumado um baseado, conheci a cocaína, usei droga uns 10 anos. Depois que sai de vez da contabilidade, nunca mais arrumei um emprego na área e passei a ter empregos que não curtia, só por sobrevivência.
Só deixei de usar cocaína, quando a minha namorada, que virou noiva e hoje é minha esposa, enfim, a Marilda descobriu e eu precisava escolher, ela ou a droga, estamos casados a 23 anos.
CASAMENTO: Quando casei em 1998, trabalhava de apontador numa obra do CDHU na Parada XV, zona leste. Já casado arrumei um emprego de vendedor de alimentos na zona cerealista, curti o trabalho e era salário + comissão de vendas (meio por cento), eu vendia na faixa de 80 mil por mês, pra ganhar um piso salarial e meio por cento de comissão. Mas o trabalho, vendia no telefone para grandes restaurantes, me dava prazer, diferente de TODOS os empregos que tive, desde que sai da contabilidade.
Construí uma casa de 2 cômodos em cima da casa da sogra e casamos em setembro 1998. Em março de 2000, nasceu meu filho Evandro. Eu sustentava a família vendendo alimento e pegando trem lotado de manhã e a tarde.
Até que um dia, lá por 99, antes do meu filho nascer, escrevi um texto chamado Ferrovia Nua e Crua, mandei pra ouvidoria da CPTM, depois para imprensa (via carta) e enfim, distribuí 50 cópias pros amigos que pegavam o trem comigo, nem a ouvidoria, nem a imprensa me deu moral, mas os amigos do trem curtiram, se sentiram representados e começaram a por pilha: - Porque você não escreve um livro do trem.
Escrevi num caderno a mão, arrumei um amigo pra digitar, corri atrás que não existia uma cena de literatura da periferia, acabei publicando em dezembro de 2000, já era pai, meu filho tinha 9 meses de vida. O livro transformou minha vida, me levou para lugares que nem sonhava ir, passei a viajar para alguns estados do Brasil, mas sempre vendendo alimento e fazendo o corre cultural paralelo, pegar o trem lotado ainda era minha realidade, apesar de vez ou outra aparecer na TV, dar entrevista para jornais, revistas e sites.
A VIRADA: Em 2007 decidi sair do meu último emprego registrado vendendo alimento, para fazer qualquer coisa que tivesse uma ligação cultural, acabei indo trampar numa produtora de vídeo chamada DGT Filmes no Bixiga.
Os amigos do meu último emprego me chamaram de tudo que foi nome, chamavam de irresponsável por largar um emprego registrado, pra correr atrás de um sonho de viver de cultura no Brasil, com um filho de 7 anos pra terminar de criar.
Quando deixei meu último emprego, era pós graduado em trem lotado, foram muitos perrengues, de 1985 (meu primeiro emprego aos 13 anos), até 2007.
Na DGT, estavam fazendo um filme do Oswaldinho da Cuíca e fui assistente de produção, carregava as bolsas, coisas assim. Mas coloquei na cabeça que um dia faria um filme no Itaim, sempre gostei de cinema, desde quando era Boy e matava os trampo pra ir nos cinemas do centro, a DGT depois, fez um filme da Cooperifa, sarau na zona sul de SP, onde eu levei eles.
Em 2007 quando entrei na DGT, já tinha 4 livros (2000, 2004, 2005, 2006) e promovia no Itaim Pta desde 2004 o evento Favela Toma Conta. Colei na produtora um cartaz do FAVELA do Dia das Crianças 2007 e eles decidiram que iriam filmar e editar um DVD.
Quando viram o show lotado, palco gigante que consegui na Secretaria Estadual de Cultura e mais de 1.000 pessoas de público, disseram que eu não podia ganhar tão pouco na produtora (ganhava R$ 100,00 por semana e condução), e interagir com tanta gente, disseram ainda que precisavam transformar esse potencial em dinheiro.
BUZO NA TV: Depois disso eles escreveram um projeto onde EU iria nas periferias e mostraria a cena cultural de cada bairro, chamamos de Buzão – Circular Periférico. Enviamos o projeto para algumas emissoras e tivemos a sorte de estar no lugar certo, na hora certa, a TV Cultura ia por no ar o Programa Manos e Minas com o Rappin Hood e nos chamaram para adaptar nosso projeto de programa, pra um quadro de 5 minutos e entra no programa, claro que aceitamos. Eu ganhava uma parte do que a TV pagava, mas já ganhava mais ou menos o mesmo que nos tempos de vendedor de alimentos, mas fazendo o que queria e vivendo com mais tempo próximo da família, sem ter que me matar no trem lotado todo dia, ainda andava de condução, nessa época não tinha carro e nem sabia dirigir.
Segui lançando meus livros, atuando na TV e montei a Livraria Suburbano Convicto, no Itaim de 2007 à 2010 e depois levei ela pro Bixiga, no prédio da produtora.
Antes em 2008 convenci o amigo Toni Nogueira, dono da DGT, a fazer um filme meu, filmamos em apenas 7 diárias, o PROFISSÃO MC, que trazia o CRIOLO DOIDO de protagonista, conheci ele porque eu fazia matéria pra Revista Rap Brasil e ele colou lá um dia, o Criolo aceitou ser o protagonista do meu filme, que foi lançado em 2010, um ano antes dele estourar com o álbum Nó na Orelha. Virei cineasta e o Criolo ficou famoso e virou artista internacional.
LITERATURA, TV e CINEMA: Atuava nessas três frentes, quando em 2011 me convidaram para mostrar a cena cultural da periferia, no SPTV da Rede Globo, o menino da favela chegava a maior emissora do país com um quadro semanal, em 3 anos foram 147 quadros exibidos e fiquei famoso do grande público.
Quando entrei na Globo (2011), tirei CNH e comprei meu primeiro carro, um Novo UNO zero km. Passei a ganhar dinheiro, não só o salário da TV, como outras contratações que a fama me ajudava e uma parceria de um ano e meio, fazendo eventos na UNINOVE, além de ter um quadro onde a gente mostrava projetos sociais na TV Uninove no Youtube, o Fala Aí Uninove. Cheguei a ter 100 mil reais na poupança, comprei um terreno no Litoral Norte, São Sebastião-SP e passei a construir uma casa, o que juntei foi gasto na casa, mas ela ficou pronta antes do dinheiro acabar.
Quando sai da Globo em 2014, ainda morava de aluguel na Casa Verde, quase 2 mil por mês e esperava um outro projeto na TV surgir, como não aconteceu e minha grana estava acabando, decidi mudar para casa no litoral que havia construído, onde moro até hoje.
Nunca deixei de lançar meu livros solo, e coletâneas, tinha surgido em 2010 o Sarau Suburbano, quando vim pra praia, passou a ser no Bixiga na capital e em Boiçucanga no litoral.
FORA DA TV, VOLTA A REALIDADE: Sem o salário da TV, passei a ganhar bem menos e tive que cortar vários custos, ia muito a restaurantes, gastava no supermercado sem miséria, tive que diminuir esses gastos, pra minha nova realidade, a qual vivo até hoje.
Em 2016 pra 2017, decidi fazer de novo sem dinheiro, um novo filme, gravei na praia com 33 moradores atuando, em 2018 lancei meu segundo filme, Fui !.
Até hoje estou com minha esposa, 23 anos de casamento, meu filho está com 21 anos e me orgulho de ser um pai presente.
Nunca me deslumbrei com a fama e nem fiquei deprimido quando acabou minha cota na TV, se não tivesse investido o dinheiro que ganhei numa casa própria, talvez tivesse voltado pra minha casa de 2 cômodos no Itaim, o que não seria problema, mas não daria para viver com filho já grande, numa casa tão pequena.
Me considero um vitorioso, não fiquei rico, mas moro a 600 metros de uma das praias mais badaladas de São Sebastião-SP, uma pessoa de sucesso, trabalha muito para poder passar natal, ano novo, carnaval e feriados aqui onde eu moro, se precisa ter bala na agulha pra fazer isso, só posso me sentir bem de estar aqui o ano todo.
O Sarau Suburbano segue até hoje, a Livraria fechou loja física em dezembro 2019 e segue on line, vivo de contratações culturais que meus 17 livros e 2 filmes me trazem, vivo num paraíso, mas nunca deixei de atuar na periferia, seja na praia ou em São Paulo, onde preciso sempre estar, quando estou, minha base, minha casa, é o Itaim Pta, nunca deixei de estar lá, nem na época de mais fama.
PANDEMIA: Eu vinha de uma crise em 2019, passei o primeiro semestre de molho, fraturei a tíbia e no segundo semestre, não decolou, só ganhava o da sobrevivência, entrei 2020 cheio de sonhos, de retomar os corres a por a vida em dia, mas ai venho a Pandemia, não tinha nenhuma reserva e temi pelo pior, nessa hora a salvação venho de onde menos esperava, passei a divulgar mais os livros da livraria suburbano e passou a vender no varejo e atacado, sobrevivi 2020, com algumas contratações on line e vendendo livro, criei a Live Buzo Convida no Instagram e fiz 100 entrevistas com grandes nomes da cultura e da sociedade em 1 anos.
2021: Tô no limite de grana, mas graças a Deus, nunca faltou o básico, com apoio da CUFA, passei a ajudar na Pandemia cerca de 30 famílias com cestas básicas, produtos de limpeza, álcool gel, etc.... o social preenche a alma.
Atualmente tô focado na RETOMADA DA CULTURA, pra tentar sair do aperto.
Mas pra quem já pegou trem lotado, ganhando pouco e passando perrengue de todos os tipos, quem já trocou as drogas por um casamento, quem já lançou 17 livros, organizou outros 15, fez 2 filmes e atuou 6 anos na TV, entre TV Cultura e Globo, as dificuldades de hoje, é mamão com açúcar, perto do que já passei.
Sigo minha trajetória, nunca pisei na cabeça de ninguém para subir e nem me vendi ou mudei meu discurso, levo a favela no coração e na atuação, afinal, sou o Suburbano Convicto.
Essa é a minha história, claro que se fosse contar detalhes, seria bem mais que um textão.
Quem quiser saber mais, tem 3 edições da minha biografia, os livros Favela Toma Conta 1, 2 e 3, lançados em 2007, 2014 e 2020.
Quando vejo lacrador de rede social, pagando de brabão pro meu lado, não perco meu tempo, não sabe nem um terço do que lutei e conquistei, não sabem o pão que comi depois que o diabo amassou, nem o quanto de gente que pude direta ou indiretamente ajudar nesses meus 21 anos de carreira.
Se o Brasil está nessa situação triste, graças a gente que hoje apoia até fascistas, não tenho a mão suja de sangue, não coloquei miliciano no poder, corro com a esquerda, porque sei de onde vim e o que passei, moro perto de gente rica, mas sigo sendo favela, não tô a venda.
Já tomei tanta porrada dessa vida, que hoje, o que vier é lucro, um cara que antes do primeiro livro, nunca tinha saído do estado de São Paulo (só uma vez com 9 anos, tinha ido a Bahia com meu tio caminhoneiro), hoje conheço 14 estados, já tive 3 vezes na Argentina e a partir de 2021, a meta é conquistar o mundo, ou não, tô feliz e realizado como estou hoje.
Alessandro Buzo

Livraria Suburbano: www.livrariasuburbano.blogspot.com
Meus filmes: www.youtube.com/alessandrobuzo
Twitter: @Alessandrobuzo e um perfil de torcedor do Palmeiras: @BuzoSEP
Facebook, são 4 perfil lotados no meu nome “Alessandro Buzo” e a Fan Page Suburbano Convicto Produções: https://www.facebook.com/suburbanoproducoes/?ref=pages_you_manage
Instagram: https://www.instagram.com/alessandrobuzo/
Minha agenda: www.agendabuzo.blogspot.com
Contato: suburbanoconvicto@hotmail.com

quarta-feira, 27 de outubro de 2021

Lançamento do Livro: É Tipo... Poesia, de Alessandro Buzo no Sarau Desengarrafando Mentes.



> Ontem (26/10/21) fiz o lançamento do meu novo livro "É Tipo... Poesia", na 1a edição do Sarau Desengarrafando Mentes no Morrinho em Maresias, São Sebastião-SP.
Foi importante lançar presencial, autografar alguns livros e se preparar para volta das atividades, depois de um ano e meio, dessa terrível Pandemia.
O evento foi lindo, a sede do Desengarrafando Mentes, que inaugurou a 3 meses está bonita e oferecendo vários serviços a comunidade, além de uma linda horta comunitária.
Bom também rever vários amigos e conhecer outros (as).
Sempre que lanço livro, imagino o dia seguinte, saber que pessoas estarão lendo minhas obras e isso pra um escritor é tudo.
Só agradecer ao Desengarrafando Mentes e todos que somaram.
Alessandro Buzo
























terça-feira, 19 de outubro de 2021

Prêmio Suburbano Convicto 2021, 8 premiados em 8 categorias.


> 2019 na 1a edição do Prêmio Suburbano Convicto foram 53 premiados em 10 categorias, no voto popular no Site.
> 2020 não teve Prêmio devido a Pandemia.
> 2021 decidimos realizar com 8 premiados, escolhidos diretamente pela Suburbano Convicto Produções.

E os premiados são....
*** ENTREGA 9/11/21 no Sarau Suburbano Litoral Norte, no Bar da Praia em Boiçucanga.
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DESTAQUE MÚSICO: Banda Sr.BAMBA
Justificativa: Assim como todos músicos, tiveram que dar um tempo nos show na Pandemia, mas no Isolamento Social não parou, fizeram a Live de Bamba "ao vivo" e lançaram nas plataformas, o terceiro álbum da banda "O SOM DA MASSA" e foi um som por mês, todo dia 13.
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DESTAQUE POETA DA PERIFERIA: Brenalta MC
Justificativa: Brenalta MC é protagonista do Filme: Fui e organizador da Batalha do Verso, se destacou no Sarau Suburbano e conheceu os SLAM, mesmo vindo do Litoral Norte, ganhou destaque e espaço nos Slam´s mais badalados de São Paulo, tendo chego em 2021, a Semifinal do SLAM BR.
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DESTAQUE SUSTENTABILIDADE: Desengarrafando Mentes.
Justificativa: Ainda na Pandemia, o grupo que atua em Maresias, São Sebastião, conseguiu se instalar numa ampla sede própria e ampliou seu atendimento e atuação.
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*** ENTREGA 18/11/21 no Sarau Suburbano do Bixiga, no Bar Sol Y Sombra.
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DESTAQUE DO ANO SOCIAL: Cufa Heliópolis
Justificativa: Atuou durante toda Pandemia, na distribuição de cestas básicas, produtos de limpeza, máscaras, álcool gel, marmitas e muito mais, não só para Comunidade Heliópolis, como sendo centro de distribuição, de doações para outras comunidades.
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DESTAQUE DO ANO CULTURAL: Agência Solano Trindade.
Justificativa: Outro coletivo que nunca parou durante toda Pandemia, promovendo diversas ações.
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DESTAQUE LIVRO: De Passinho em Passinho, de Otavio Jr (RJ)
Justificativa: Seus livros infantis, ambientados nas comunidades cariocas, ganhou as grandes livrarias, além de destaque na mídia, ganhou recentemente o Prêmio Jabuti, vi seu livro em destaque na vitrine de livraria na Av Paulista e shopping´s
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DESTAQUE ESCRITOR DA PERIFERIA: Marcelino Freire
Justificativa: Marcelino não é da periferia, mas é referência para muitos escritores e poetas periféricos, circula no meio e acaba de lançar mais um livro: Ossos do Ofídio.
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DESTAQUE COLETIVO ATUANTE: ONG Social Skate de Poá-SP
Justificativa: Sandro Testinha e sua ONG atua com jovens e crianças de Calmon Viana em Poá-SP, não só no SKATE, como com horta comunitária e várias outras ações.
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>>> Esse serão os 8 premiados em 2021, voltaremos com força em 2022. Um prêmio da periferia, para periferia, valorizando nossos artistas e as boas ações.
Alessandro Buzo
Suburbano Convicto Produções

quinta-feira, 14 de outubro de 2021

Ação Suburbana - Semana das Crianças 2021

AÇÃO SUBURBANA em Reserva Indígena no Litoral Norte SP.



> Hoje, Quinta-Feira (14/10/21), rolou a "Ação Suburbana", desta vez com KIT DOCE + Brinquedos + lanche + solidariedade, na Aldeia Indígena Rio Silveiras, divisa de Bertioga com São Sebastião-SP.
OBRIGADO a quem apoiou, seja com dinheiro pros doces e lanche, seja quem doou roupa e brinquedo.
Agradecer o parceiro Luis Paiva do Cinema na Kombi, íamos exibir o meu filme: Fui ! , mas na hora "H", a chuva que havia dado uma trégua voltou e interrompeu a sessão de cinema, fica pra uma outra oportunidade.
Mas nossa ida não foi em vão, levamos tudo que arrecadamos e isso era mais importante.
Saímos antes de ficarmos ilhados, lá é difícil acesso.
Por fim, valeu Brenalta MC, protagonista do meu filme e que foi também fortalecer.
Abraço ao Cacique Adolfo que nos recebeu e toda população guarani da Aldeia, máximo respeito, uma honra compartilhar esses momentos com vcs.
Nóiz q tá
Alessandro Buzo
Suburbano Convicto Social








segunda-feira, 4 de outubro de 2021

Alessandro Buzo é o entrevistado do próximo PodPorco na terça.





> Sábado (02/10/21), gravei o PodPorco, Podcast destinado a palmeirenses, apresentado pelo Kim e Gabriel Amorim. Vai pro ar na terça-feira (05/10), quando subir posto o link aqui. Fotos: danilomartinsyoshioka







domingo, 3 de outubro de 2021

SEXTO ATO #ForaBolsonaro 2 de Outubro 2021.





Dia 15 Novembro tem mais....
>Ontem (02/10/21), estive mais uma vez na Av Paulista, para lutar contra esse governo genocida e miliciano do Bolsonaro e sua quadrilha.
Paulista lotada, de todas as cores.
Coletivos, partidos de esquerda, centrais sindicais, umbanda, torcidas anti facistas, movimento estudantil, criança, adulto, melhor idade, todo mundo na luta.
Eu colei um pouco com os amigos do Porcomunas e um pouco com o MTST e Revolução Solidária (do qual meu filho Evandro faz parte).
Alguns personagens foram vaiados ao subir no palanque pra discursar, como o Paulinho da "Força" e o presidenciável Ciro Gomes. Aqui se faz, aqui se paga, fica o recado aos oportunistas de plantão que querem surfar na luta das minorias e dos esquerdistas.
Fiquei até 17h, porque 19h tinha Sarau Suburbano na Cidade Tiradentes, há 40km de distância. O dia foi cheio, mas produtivo, antes do ATO, dei entrevista pro PodPorco (podcast, destinado a torcedores do Palmeiras).
Um dia luta, no outro ação.
SE O POVO SE UNIR, BOLSONARO VAI CAIR.
Alessandro Buzo
Suburbano Convicto